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Porque sim!

TO BE POSITIVE

Porque sim!

TO BE POSITIVE

Aturem-me, que eu já não consigo aturar-me!

Acho que sou bipolar.

Acho que levo as coisas demasiado a sério.

Acho que me preocupo demais.

Acho que sou pessimista.

Acho que sou otimista.

Acho que sou uma chata.

Acho que sou insegura.

Acho que isto nunca mais vai mudar.

Acho que nunca me vou conseguir entender.

Acho que sou demasiado radical.

Acho que sou ponderada.

Acho que gosto de ajudar pessoas.

Acho que não tenho paciência para as pessoas.

Acho que não tenho paciência para mim.

Acho que não era isto isto que queria para a minha vida.

Acho que não sei o que quero para a minha vida.

Acho que não sei nada... e por tudo isto, tenho a certeza que ando a dormir mal e com dores de cabeça há vários dias!

Já dizia o Outro  " o que há em mim é sobretudo cansaço".

Não vamos ficar todos bem. Não sei porque teimamos em querer enganar-nos com esta expressão.

A S. é (foi?! nem sei como dizer isto) minha amiga desde a adolescência. Durante anos seguidos fizemos férias juntas. No resto do ano, faziamos coisas juntas. E que coisas? Sei lá, tudo! Sabem aquelas pessoas que fazem parte da vossa vida de uma forma tão natural que não importa porque é que ela está lá ali, mas o que importa é que esteja.

Era assim.

Eramos amigas e não era preciso dizer anda. Nós sabiamos que tinhamos que estar lá.

No natural processo da vida, nos últimos anos, a presença fisíca não era tão frequente, mas nas situações mais importantes lá estavamos, sempre, todas juntas.

3 semanas ou 15 dias antes, falamos ao telefone. Combinamos que quando tudo isto passasse apareciamos. Não era preciso mais nada... só que isto passasse.

Isto não passou e a S. não vai, nunca, mais aparecer. 

Não era para ter título e nem para ser um post sobre a mulher!

Às vezes, abro o blog, leio algumas coisas antigas, abro a caixa para um novo post e volto a fechar.

Hoje, ao reler algumas coisas, dei por mim a pensar que não dou valor ao que sou e ao que faço. Às vezes, tenho a sensação que poderia ser mais do que o que sou ou ter mais do que o que tenho e não sei bem porquê, vou deixando escapar algumas coisas, assim, por entre os dedos... mas, ao mesmo tempo, acho que sou uma pessoa cheia de sorte, porque no meio disto tudo, sozinha, vou conseguindo aquilo que quero sem saber muito bem como...

Os últimos anos foram cheios de desafios e, olhando para trás, acho que soube lidar bem com eles. No resumo destes desafios ganhei pessoas, lugares e experiências que me fizeram crescer e, pensando bem, tornar-me numa melhor pessoa e mais confiante.

Uma vez, numa entrevista de trabalho, perguntaram-me como imaginava o meu futuro profissional. Até aquele momento nunca tinha pensado nisso, mas lembro-me que, fechei os olhos e respondi com um sorriso que me imaginava sentada atrás de uma secretária. Não fazia ideia qual era a profissão que estaria a exercer, nem o local. Só imaginava isso. Como é obvio essa resposta era muito vaga, julgo que era a inocência da idade, e nunca obtive resposta do resultado daquela entrevista. Hoje, acho que era neste sitio, onde estou agora, que me imaginava e às vezes, dou por mim a pensar, como é que eu vim aqui parar?! Nem eu sei... talvez o resultado da persistência e resiliência tipica da mulher, ou o basta querer?

A verdade é que eu, mulher, sempre quis e enquanto eu quiser, ha-de acontecer!

...

Ia começar por escrever que o tempo voa, mas não é isso. As horas, os minutos, os segundos continuam a passar da mesma forma, eu é que tenho um ritmo de vida mais acelerado e nem dou pelo tempo passar... 

Ultimamente tenho sentido uma certa nostalgia, se calhar porque o meu aniversário está a chegar e parece que está sempre tudo na mesma, mas não está! Só não valorizo o que mudou.

Esta semana percebi que estava errada em relação a um tema importante da minha vida. Foi bom perceber isso. Sei agora o que quero. Só preciso é de fazer o mesmo em relação a outros temas. Perceber o que está mal, o que tenho que mudar, e o que quero.

Entretanto vou aproveitado os últimos dias do meu ano velho!

(...)

Sobre isto.

Depois de algum tempo afastados e pouca comunicação, voltamos a encontrar-nos este ano. Entre algumas conversas e saídas, temos passado mais tempo juntos.

Mas, não sei...

Eu queria que isto acontecesse, mas não desta forma. Sinto que ele é aquela pessoa, mas acho que das duas partes, existe ainda muita dificuldade em deixar acontecer...talvez mais da parte dele, talvez ele ache que seja mais da minha parte, não sei! Sinto-me perdida. Não sei o que fazer, só sei que quero que isto resulte, mas tenho medo, que ao deixar as coisas acontecerem desta forma a coisa deixe de funcionar.

Sei que quero mudar o rumo das coisas só não sei como.

(...)

Tinha este post nos rascunhos já há 4 anos. Não me lembro onde fui buscar, não fui eu que escrevi, mas sei que ainda hoje me revejo nele.

*VIDA DE SOLTEIRO*
"E a namorada?” Alguém vai me perguntar. Aí vou sorrir e responder: “Estou solteiro!”. E logo depois vem aquela cara de: “nossa, coitadinho”, quando ao meu ver era a hora certa da pessoa me abraçar e pularmos gritando: “Parabéns Campeão!” Sabe, realmente não entendo essas pessoas que colocam o fato de encontrar uma pessoa como sendo um dos objetivos primordiais da vida. Como se a ordem natural fosse: nascer, crescer, conhecer alguém e morrer. A meu ver, não é assim. As pessoas se dizem solteiras como quem diz que está com uma doença grave, alguém que precise de ajuda. Não é nada disso. Existe sim vida na “solteridão”! E das boas. E isso não quer dizer farra, putaria, poligamia ou promiscuidade. Aliás, quer dizer sim, mas só quando você tiver afim. No mais quer dizer liberdade, paz de espírito, intensidade. E olha que escrevo isso com algum conhecimento de causa, já que tenho vários anos de namoro no currículo. De verdade, do fundo do coração, eu estou muito bem solteiro. Acho até que melhor que antes. Gosto de acordar pela manhã sem saber como vai terminar meu dia. Gosto da sensação do inesperado, da falta de rotina e de não ter que dar satisfação. Gosto de poder dizer sim quando meu amigo me liga na quinta-feira perguntando se quero viajar com ele na manhã seguinte. De chegar em casa com o Sol nascendo. De não chegar em casa as vezes. De conhecer gente nova todos os dias. De não ter que fazer nada por obrigação. De viver sem angústia, sem ciúme, sem desconfiança. De viver. Acredito que todo mundo precisa passar por essa fase na vida. Intensamente inclusive. Sabe, entendo que talvez essa não seja sua praia. Ou talvez você nunca vá saber se é. Eu mesmo não sabia que era a minha, e veja só você, hoje sou surfista profissional. O que percebo são pessoas abraçando seus relacionamentos como quem segura uma bóia em um naufrágio. Como se aquela fosse sua última chance de sobrevivência. Eu não quero uma vida assim. Nessa hora talvez você queira me perguntar: “Mas e aí? Vai ficar solteirão para sempre? Vai ser assim até quando?” E eu vou te responder com a maior naturalidade do mundo: “Vai ser assim até quando eu quiser”. Quando encontrar alguém que seja maior que tudo isso, ou talvez alguém que consiga me acompanhar. O que eu espero é bem diferente. Quando se gosta da vida que leva, você não muda por qualquer coisa. Então para mim só faz sentido estar com alguém que me faça ainda mais feliz do que já sou, e como sei que isso é bem difícil, tenho certeza que o que chegar será bem especial. E se não vier também está tudo bem sabe? Eu realmente não acho que isso seja um objetivo de vida. Não farei como muitos que se deixam levar pela pressão dessa sociedade. Tanta gente namorando pra dizer que namora, casando pra não se sentir encalhado, abdicando da felicidade por um status social. Aí depois vem a traição, vem o divórcio, a frustração e todo o resto tão comum por aí. Não, não. Me deixa quietinho aqui com minha vida espetacular. Pra ser totalmente sincero com você, a real é que não é sua situação conjugal que te faz feliz ou triste. Conheço casais extremamente felizes e outros que estão há anos fingindo que dão certo. Conheço gente solteira que tem a vida que pedi para Deus e outros desesperados baixando aplicativos de paquera e acreditando que a(o) ex era o grande amor e que perdeu sua grande chance!"

(...)

Nem sei por onde devo começar, como começar, ou se tenho que por começar por algum sitio. Comecei nisto dos blogs já há alguns anos e como em qualquer outra relação, alguns acabaram outros foram destruídos, outrso esquecidos, mas a verdade é que sinto necessidade de ter, sempre, um para quando me apetecer escrever.

Também sei que a minha capacidade de escrita já foi melhor, as ideias já me fluíram melhor e a organização escrita, melhor ainda, mas o meu isso também não me importa muito. Só quero saber, que quando eu quiser, tenho um lugar, um lugar só meu, onde posso debitar algumas palavras, com ou sem sentido e depois colocar um ponto final no assunto.

Este lugar tem estado um pouco esquecido, porque aprendi a relativizar a dar prioridades e fui criando mecanismos de defesa. Claro que continuo a ter dias maus, relações que me magoam... faz parte, mas agora sei gerir melhor isso. Quando necessário venho aqui ler o que escrevi em outros tempos e a vontade de escrever vai-se desvanecendo.

Mesmo longe, vou estando sempre por aqui.

Escrevo em blogs há já tanto tempo, que já lhe perdi a conta. Já tive alguns, blogs e a determinada altura acabo por me cansar deles, mas desta vez não é isso.

 

 

(...)

Não me lembro quando comecei a gostar de cor de rosa nem de coca-cola mas sei que é uma coisa recente. Na verdade nem sei se gosto muito destas duas coisas, mas sei que quando olho para algo rosa ou bebo coca-cola me sinto bem. E acho que a vida é mesmo assim, experimentar, testar e se necessário mudar de opinião se isso for para o nosso bem.

A minha vida tem sido assim, cheia de mudanças, de coisas que eu achava que nunca iriam acontecer, coisas que eu não queria, mas decidi experimentar e gostei e fui ficando. Não me importo de mudar de opinião de voltar atrás e dizer que errei, afinal é assim que crescemos e evoluímos. Há muita coisa que ainda tem que mudar, mas a verdade é que já muita coisa mudou, por isso é uma questão de tempo e paciência.

Talvez, isto, também, seja amor.

Para mim setembro sempre foi o mês de recomeçar. Gosto dele. Não é o meu mês de aniversário, não tenho nenhuma data especial a festejar, além do aniversário de duas amigas, não tenho nenhuma história digna de registo, neste mês, mas gosto dele.

Por gostar dele, todos os anos, tenho grandes expetativas em relação à sua chegada e passo o mês de agosto a pensar nele. Este ano, não me "apercebi" do mês de agosto passar, não pensei que o "meu" mês estava a chegar e de repente, hoje é setembro. Sem planos e sem expetativas.

Talvez seja melhor assim, porque gosto dele, e não sou correspondida.

Vou deixar, esta nossa relação, ao sabor do vento!

Aleatório

Tenho saudades de mim.

Do que era e do que quero ser.

Sinto falta da minha determinação e do meu ótimismo.

Sinto falta de conversas. Sinceras. Conversas sem assunto. Sinto falta de risadas. Sinto falta de desabafos.

Quero soluções. Quero pessoas que sabem o que querem.

Quero sair, passear, divertir-me.

Quero coisas boas. Quero aproveitar viver, e quero que isso seja de uma forma simples e descomplicada.

Quero.