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Porque sim!

TO BE POSITIVE

Porque sim!

TO BE POSITIVE

(...)

Sobre isto.

Depois de algum tempo afastados e pouca comunicação, voltamos a encontrar-nos este ano. Entre algumas conversas e saídas, temos passado mais tempo juntos.

Mas, não sei...

Eu queria que isto acontecesse, mas não desta forma. Sinto que ele é aquela pessoa, mas acho que das duas partes, existe ainda muita dificuldade em deixar acontecer...talvez mais da parte dele, talvez ele ache que seja mais da minha parte, não sei! Sinto-me perdida. Não sei o que fazer, só sei que quero que isto resulte, mas tenho medo, que ao deixar as coisas acontecerem desta forma a coisa deixe de funcionar.

Sei que quero mudar o rumo das coisas só não sei como.

(...)

Tinha este post nos rascunhos já há 4 anos. Não me lembro onde fui buscar, não fui eu que escrevi, mas sei que ainda hoje me revejo nele.

*VIDA DE SOLTEIRO*
"E a namorada?” Alguém vai me perguntar. Aí vou sorrir e responder: “Estou solteiro!”. E logo depois vem aquela cara de: “nossa, coitadinho”, quando ao meu ver era a hora certa da pessoa me abraçar e pularmos gritando: “Parabéns Campeão!” Sabe, realmente não entendo essas pessoas que colocam o fato de encontrar uma pessoa como sendo um dos objetivos primordiais da vida. Como se a ordem natural fosse: nascer, crescer, conhecer alguém e morrer. A meu ver, não é assim. As pessoas se dizem solteiras como quem diz que está com uma doença grave, alguém que precise de ajuda. Não é nada disso. Existe sim vida na “solteridão”! E das boas. E isso não quer dizer farra, putaria, poligamia ou promiscuidade. Aliás, quer dizer sim, mas só quando você tiver afim. No mais quer dizer liberdade, paz de espírito, intensidade. E olha que escrevo isso com algum conhecimento de causa, já que tenho vários anos de namoro no currículo. De verdade, do fundo do coração, eu estou muito bem solteiro. Acho até que melhor que antes. Gosto de acordar pela manhã sem saber como vai terminar meu dia. Gosto da sensação do inesperado, da falta de rotina e de não ter que dar satisfação. Gosto de poder dizer sim quando meu amigo me liga na quinta-feira perguntando se quero viajar com ele na manhã seguinte. De chegar em casa com o Sol nascendo. De não chegar em casa as vezes. De conhecer gente nova todos os dias. De não ter que fazer nada por obrigação. De viver sem angústia, sem ciúme, sem desconfiança. De viver. Acredito que todo mundo precisa passar por essa fase na vida. Intensamente inclusive. Sabe, entendo que talvez essa não seja sua praia. Ou talvez você nunca vá saber se é. Eu mesmo não sabia que era a minha, e veja só você, hoje sou surfista profissional. O que percebo são pessoas abraçando seus relacionamentos como quem segura uma bóia em um naufrágio. Como se aquela fosse sua última chance de sobrevivência. Eu não quero uma vida assim. Nessa hora talvez você queira me perguntar: “Mas e aí? Vai ficar solteirão para sempre? Vai ser assim até quando?” E eu vou te responder com a maior naturalidade do mundo: “Vai ser assim até quando eu quiser”. Quando encontrar alguém que seja maior que tudo isso, ou talvez alguém que consiga me acompanhar. O que eu espero é bem diferente. Quando se gosta da vida que leva, você não muda por qualquer coisa. Então para mim só faz sentido estar com alguém que me faça ainda mais feliz do que já sou, e como sei que isso é bem difícil, tenho certeza que o que chegar será bem especial. E se não vier também está tudo bem sabe? Eu realmente não acho que isso seja um objetivo de vida. Não farei como muitos que se deixam levar pela pressão dessa sociedade. Tanta gente namorando pra dizer que namora, casando pra não se sentir encalhado, abdicando da felicidade por um status social. Aí depois vem a traição, vem o divórcio, a frustração e todo o resto tão comum por aí. Não, não. Me deixa quietinho aqui com minha vida espetacular. Pra ser totalmente sincero com você, a real é que não é sua situação conjugal que te faz feliz ou triste. Conheço casais extremamente felizes e outros que estão há anos fingindo que dão certo. Conheço gente solteira que tem a vida que pedi para Deus e outros desesperados baixando aplicativos de paquera e acreditando que a(o) ex era o grande amor e que perdeu sua grande chance!"

(...)

Nem sei por onde devo começar, como começar, ou se tenho que por começar por algum sitio. Comecei nisto dos blogs já há alguns anos e como em qualquer outra relação, alguns acabaram outros foram destruídos, outrso esquecidos, mas a verdade é que sinto necessidade de ter, sempre, um para quando me apetecer escrever.

Também sei que a minha capacidade de escrita já foi melhor, as ideias já me fluíram melhor e a organização escrita, melhor ainda, mas o meu isso também não me importa muito. Só quero saber, que quando eu quiser, tenho um lugar, um lugar só meu, onde posso debitar algumas palavras, com ou sem sentido e depois colocar um ponto final no assunto.

Este lugar tem estado um pouco esquecido, porque aprendi a relativizar a dar prioridades e fui criando mecanismos de defesa. Claro que continuo a ter dias maus, relações que me magoam... faz parte, mas agora sei gerir melhor isso. Quando necessário venho aqui ler o que escrevi em outros tempos e a vontade de escrever vai-se desvanecendo.

Mesmo longe, vou estando sempre por aqui.

Escrevo em blogs há já tanto tempo, que já lhe perdi a conta. Já tive alguns, blogs e a determinada altura acabo por me cansar deles, mas desta vez não é isso.

 

 

(...)

Não me lembro quando comecei a gostar de cor de rosa nem de coca-cola mas sei que é uma coisa recente. Na verdade nem sei se gosto muito destas duas coisas, mas sei que quando olho para algo rosa ou bebo coca-cola me sinto bem. E acho que a vida é mesmo assim, experimentar, testar e se necessário mudar de opinião se isso for para o nosso bem.

A minha vida tem sido assim, cheia de mudanças, de coisas que eu achava que nunca iriam acontecer, coisas que eu não queria, mas decidi experimentar e gostei e fui ficando. Não me importo de mudar de opinião de voltar atrás e dizer que errei, afinal é assim que crescemos e evoluímos. Há muita coisa que ainda tem que mudar, mas a verdade é que já muita coisa mudou, por isso é uma questão de tempo e paciência.

Talvez, isto, também, seja amor.

Para mim setembro sempre foi o mês de recomeçar. Gosto dele. Não é o meu mês de aniversário, não tenho nenhuma data especial a festejar, além do aniversário de duas amigas, não tenho nenhuma história digna de registo, neste mês, mas gosto dele.

Por gostar dele, todos os anos, tenho grandes expetativas em relação à sua chegada e passo o mês de agosto a pensar nele. Este ano, não me "apercebi" do mês de agosto passar, não pensei que o "meu" mês estava a chegar e de repente, hoje é setembro. Sem planos e sem expetativas.

Talvez seja melhor assim, porque gosto dele, e não sou correspondida.

Vou deixar, esta nossa relação, ao sabor do vento!

Aleatório

Tenho saudades de mim.

Do que era e do que quero ser.

Sinto falta da minha determinação e do meu ótimismo.

Sinto falta de conversas. Sinceras. Conversas sem assunto. Sinto falta de risadas. Sinto falta de desabafos.

Quero soluções. Quero pessoas que sabem o que querem.

Quero sair, passear, divertir-me.

Quero coisas boas. Quero aproveitar viver, e quero que isso seja de uma forma simples e descomplicada.

Quero.

You are welcome!

Resumo da minha primeira semana na nova cidade:

 

1.º dia (no trânsito) logo às 9h00:

Circulo, quer dizer tento circular no trânsito que está caótico, mas normal nesta cidade. Ouço buzinadelas por todo o lado. Chego a determinado ponto e tenho mesmo que ficar parada, num acto de civismo, deixo um espaço para que os carros que saem de uma bifurcação possam passar para a faixa da esquerda. Passado algum tempo consigo avançar um pouco, volto a ficar parada e distraio-me um pouco a olhar para o GPS. Quando vou encostar o braço no vidro para continuar a esperar que a fila arranque, vejo um carro parado (nessa faixa de rodagem não há trânsito) ao lado do meu a buzinar e é aí que percebo que a pessoa lá dentro está a fazer sinais para mim e só arranca depois de eu olhar. Não me perguntei, porque não sei qual é o motivo de desespero da pessoa!

 

2.ª dia (posto de abastecimento) durante a tarde:

Em conversa com as minhas colegas sou aconselhada a ir abastecer durante a tarde porque ao final do dia será impossível. Depois de encher o depósito e verter combustível para o chão, preparo-me para arrancar (já tinha pago) um senhor parado à frente do meu carro diz-me que está a sair fumo branco do meu carro. What?! O carro nem 1 mês tem!!!! O senhor aconselha-me a ir ver, mas eu apenas abro um pouco o vidro e digo que depois peço ao mecânico para verificar a situação. Insiste que deve ser falta de água e que ele próprio coloca se eu quiser. Agradeço e digo que não, para sair que quero arrancar. E pagas-me um café? Não, digo eu. Sigo viagem. Quase 1h depois arranjo estacionamento e volto ao meu posto de trabalho.

 

3.º dia (no autocarro) depois de um dia de trabalho:

Olhe o autocarro não vai andar mais? -  pergunto eu ao motorista.

Não, esta é a última paragem.

Perante a minha cara de não sei bem o quê diz-me que o próximo é dali a 20 min e pergunta-me para onde quero ir. Lá lhe expliquei a situação e o meu desconhecimento sobre isto de andar de autocarro e diz-me que se quiser ir a pé, demoro 15 min. Optei por esta sugestão e ao atravessar a rua encontro um loja que queria ir, entro e compro algo que já queria há muito!

Pois, pois! Nem tudo são coisas más ;)

Sobre as relações.

Em contexto laboral, sou uma pessoa que dou facilmente, bem, com as outras pessoas. Considero que sou uma pessoa com quem se pode trabalhar facilmente, estou sempre disposta a ajudar nas dificuldades ou então encontrar uma solução para determinada situação. Rio-me imenso com os meus colegas e até fazemos coisas juntos fora do horário laboral.De todos os locais de trabalho por onde passei, ainda hoje mantenho relações com quase todos.

Mas no contexto pessoal coisa é bastante diferente.

Não dou muitas confianças e criei uma espécie de bolha que não deixo ninguém entrar. Não me perguntem porquê e nem sei explicar porquê, mas acho que fui assim desde sempre. Principalmente no que toca a relações amorosas. Lembrei-me de escrever sobre isto porque há algum tempo em conversa com uma (ex) colega (de trabalho) ela dizia-me que tinha um novo namorado. Há coisa de um ano a relação de 7 anos que tinha com o namorado da altura terminou sem que ela estivesse a contar. Acompanhei de perto o fim da relação e o quanto foi difícil ela aceitar o fim.

Claro que fiquei super contente por ela... mas é aqui que entro eu! Há anos que não tenho uma relação estável. Nunca foi uma coisa que me incomodasse muito, porque sempre fui tendo alguém... mas neste momento, confesso que gostava de ter uma relação estável. Alguém com quem pudesse falar, sair, sei lá,fazer coisas em conjunto. Começo a achar que se calhar isso nunca me vai acontecer e isso começa a incomodar-me um pouco. Provavelmente tenho um problema que não sei identificar e, claro, não vou conseguir resolver. Quando penso nisto vem-me à cabeça a questão mais básica de todas, e não sei responder, que é: mas quando é que isto me vai acontecer a mim?

Quando este tema surge em conversa ouço sempre a mesma coisa " quando menos esperares vais ver que acontece", a verdade é que nunca esperei, logo já devia ter acontecido, certo?! Talvez as coisas não sejam assim tão certas e com certeza eu estou a fazer alguma coisa de errado o que afasta as pessoas de mim, mas o quê?! Gostava de conseguir mudar, mas como é que se conhecem pessoas e se percebe que aquilo até pode dar em alguma coisa?

 

Pois bem... a dúvida irá permanecer até à "pessoa certa" aperecer (ou não!).